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   ESPAÇO RIO CULTURAL - DESTAQUES

 

Agrupamos os eventos em faixas de preço, confira!!!!

Grátis
Encontrados: 15
Até R$ 30,00
Encontrados: 26
Acima de R$ 30,00
Encontrados: 3

DO VALONGO À FAVELA: IMAGINÁRIO E PERIFERIA
Até 15 de fevereiro de 2015 - MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR 

Com curadoria de Rafael Cardoso e Clarissa Diniz, a exposição reúne obras históricas e contemporâneas que têm como tema a região portuária do Rio de Janeiro. O recorte apresenta, entre outros aspectos, o comércio de escravos na região do Valongo e o surgimento da primeira comunidade de moradia informal no Morro da Favela, que marcaram e transformaram o local onde hoje mudanças continuam a ser processadas.

Quando: Terça a domingo, 10h às 18h

Quanto: R$ 8,00. Grátis às terças-feiras. De quarta a domingo, grátis para alunos e professoresda rede pública de ensino, crianças de até 5 anos e pessoas com mais de 60 anos.

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TATU: FUTEBOL, ADVERSIDADE E CULTURA DA CAATINGA
Vários artistas
Até 08 de fevereiro de 2015 - MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR 
Tatu: Futebol, Adversidade e Cultura da Caatinga faz-se sob o ponto de vista do bicho vivo. O imaginário da caatinga, do tatu e da bola conduz-se aqui pela óptica da adversidade que pauta a história do Brasil. Arte e artefatos culturais percorrem o ecossistema luminoso e quente da caatinga, o tatu na mitologia de sociedades indígenas, a invenção simbólica e política do sertão – a seca, o cangaço, a literatura social, o cinema novo, a arte contemporânea –, até o futebol da bola adversa (não a bola padrão Fifa, mas a irregular bola-tatu), o jogo entendido como uma importante forma de sociabilidade e de resistência. A partir do tatu, cabe experimentar a bola em sua reinvenção da perfeição esférica, aproximando-se da força política e da potência estética das formas cuja adversidade acumula uma energia pronta a explodir. Por fim, a escolha do tatu-bola e de sua caatinga se deve, primordialmente, à pesquisa no Ceará que concluiu que uma criança pobre conhece apenas metade do vocabulário de uma de classe média. Uma experiência na caatinga de aceleração de aquisição de vocabulário nas escolas resultou em avanços em todas as disciplinas. O que pode a arte para ampliar o vocabulário de uma criança? A partir dessa indagação crucial para o MAR começa o jogo da Copa, pois o legado do museu para as escolas serão projetos educativos.

Quando: Terça a domingo, 10h às 18h

Quanto: R$ 8,00. Grátis às terças-feiras. De quarta a domingo, grátis para alunos e professoresda rede pública de ensino, crianças de até 5 anos e pessoas com mais de 60 anos.

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Rubens Gerchman: com a demissão no bolso
Até 08 de fevereiro de 2015 - CASA DAROS 

Cerca de 30 obras de Gerchman, entre desenhos e serigrafias, vão ilustrar uma linha de tempo, de 1966 a 1979, com datas marcantes da trajetória do artista e do momento cultural e político do período. A curadoria é de Eugenio Valdés Figueroa, diretor de arte e educação da Casa Daros, e de Clara Gerchman, filha do artista e diretora do Instituto Rubens Gerchman.

Quando: Quarta-feira a sábado, 11h às 19h.Domingos e feriados, 11h às 18h

Quanto: R$ 12,00.Entrada gratuita às quartas-feiras
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HÁ ESCOLAS QUE SÃO GAIOLAS E HÁ ESCOLAS QUE SÃO ASAS
Arte e Sociedade no Brasil 2
Até 11 de janeiro de 2015 - MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR 

Como a arte se envolve com a educação? Em suas origens, o acesso aos museus e à escola era reservado aos estratos sociais dominantes e circunscrito à formação e ao lazer das elites. No Brasil, apenas no pós-guerra os museus ampliaram sua abertura para a sociedade e a consciência de seus deveres de acessibilidade e universalidade. A arte incide sobre a agenda política dos museus, marcada por um déficit de direitos sociais não atendidos, enquanto a sociedade se apresenta cada vez mais complexa.

Esta é a segunda mostra da série Arte e Sociedade no Brasil, que lança hipóteses sobre os desafios enfrentados pela educação, pela arte e pelo museu. Os artistas que integram a exposição propõem modelos para pensar o potencial da educação. Homenageia-se a artista Anna Bella Geiger, que há décadas discute dispositivos como cartilhas, atlas e métodos de leitura a partir das relações transculturais. Ela própria foi aluna do educador Anísio Teixeira.

Obras de arte, documentos e projetos educacionais debatem os sentidos da educação e do lugar dito escola. O pacto crítico da produção artística com a educação está aqui concentrado em quatro núcleos: (1) teoria, com foco em Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire; (2) processos, que documenta experiências da prática educacional; (3) dispositivos, que discute as dimensões de poder das estruturas educacionais; e (4) linguagem, que explora a relação entre fazer artístico, fala e escrita como campo de reconhecimento das diferenças.

Quando: Terça a domingo, 10h às 18h

Quanto: R$ 8,00. Às terças-feiras, a entrada é gratuita

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ILUSÕES
Até 13 de fevereiro de 2015 - CASA DAROS 

Exposição que reúne obras dos artistas Mauricio Alejo, Luis Camnitzer, José Damasceno, Leandro Erlich, Los Carpinteros, Fernando Pareja & Leidy Chavez, Liliana Poter, Teresa Serrano e José Toirac, da Coleção Daros Latinamerica. A mostra apresenta instalações, objetos, vídeos e fotografias que transitam pelos conceitos de ilusão, fantasia, mistério e magia de forma às vezes lúdica, às vezes irônica.

Quando: Quarta-feira a sábado, 11h às 19h. Domingos e feriados, 11h às 18h

Quanto: R$ 12,00. Entrada gratuita às quartas-feiras

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Vitrine Lugar das Dúvidas
Até 31 de dezembro de 2014 - CASA DAROS 

Na fachada lateral – na Avenida Lauro Sodré –, cinco vitrines proporcionam aos pedestres mais um espaço de exibição: elas trazem versões de obras e trabalhos inspirados na programação da Casa Daros. A ação permanente é inspirada no espaço cultural experimental colombiano lugar a dudas (em Cali). A partir de agosto, as vitrines apresentam trabalhos do artista cubano René Francisco Rodríguez. São bonecos feitos com tubos de pasta de dente, que representam os verdadeiros construtores da sociedade. A intenção do artista é chamar a atenção para a força do trabalho humano coletivo.

Quando: Permanente

Quanto: Grátis

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LIMIARES - A COLEÇÃO JOAQUIM PAIVA NO MAM
Até 18 de janeiro de 2015 - Museu de Arte Moderna 
Em 2005, sob a forma de comodato, o MAM passou a abrigar a Coleção Joaquim Paiva que conta atualmente com 1.963 trabalhos de fotógrafos brasileiros e estrangeiros, adquiridos a partir do início dos anos 80. 

Trata-se de um importante acervo que incorpora diferentes espectros artísticos, desde a fotografia clássica, o retrato, a reportagem, as práticas documentais contemporâneas ou os tangenciamentos da fotografia com as artes visuais. 

Embora tenha sido iniciada como uma coleção privada, o gesto do colecionador é invariavelmente público e coloca ao escrutínio coletivo o que foi acervo privado ou criação individual. É sobre diferentes representações do público e do privado no mundo da arte que fala “Limiares – a Coleção Joaquim Paiva no MAM-Rio”, propondo ser um recorte sobre as naturezas dos espaços representados na materialidade da imagem, em especial a imagem fotográfica. 

Mostra-se aqui uma parte da coleção que não esgota nem esgotará as suas múltiplas leituras. A esse recorte confrontaram-se outros trabalhos das coleções do MAM-Rio, não necessariamente fotografias, procurando contaminar aquilo que, por motivos de taxonomia, ainda permanece separado: o vídeo com a pintura, o precário com o que foi feito para durar, o documento com a arte. 

Dois trabalhos abrem a exposição: uma série de José Diniz, na qual o próprio Joaquim Paiva aparece mostrando as diane arbus e os geraldo de barros de sua coleção, e uma instalação de sacolas de instituições museológicas internacionais, Names (Museums), de Jac Leirner, que iguala, com humor e argúcia, o mundo da arte ao mundo dos negócios, centrando a sua atenção sobre aspetos formais. 

Uma vez definidos os pontos de partida da exposição – o colecionador e o museu –, o percurso se torna aberto e não linear ao redor das ideias de espaço físico e mental: Espaços virtuais: cantos 4, de Cildo Meireles; Heartbeat, de Saulo Laudares & Franz Manata; e uma fotografia de Miguel Rio Branco, realizada no pelourinho de Salvador da Bahia, dão o mote para pensar os lugares de passagem, limiares entre público e privado. 

Os espaços da casa (Cláudia Andujar, Georg Hornung, Ivan Lima, Nuno Ramos), da rua, da praia (Marcel Gautherot, Luiz Zerbini, Alair Gomes, Thomas Farkas) ou do abrigo (Júlio Calado, Elaine Ling) coexistem com os lugares de passagem, a informalidade do espaço público (Ana Regina Nogueira, Juan Pratginestós, Dafne Gentinetta, Daniela Dacorso) e o enfrentamento social (Alberto Ferreira Lima, Orlando Brito, Evandro Teixeira, Ivens Machado). 

O espaço do íntimo e as novas relações objeto-sujeito fotografados caracterizam boa parte da produção fotográfica contemporânea. Existem vestígios de subjetividade na materialidade da fotografia que se torna campo de partilha de angústias, fraturas pessoais e afirmação do eu (Cristina Bauru, Frank Rothe, Ana Maria Maiolino, Katharina Mouratidi, Vee Speers), com particular relevância para o diário e as narrativas/ficções pessoais (Frank Rothe, Artur Barrio, Joaquim Paiva, Luzia Simons, Marcelo Brodsky). 

Na videoinstalação Os Raimundos, os Severino e os Francisco, de Maurício Dias & Walter Reidweg, porteiros nordestinos na cidade de São Paulo simulam um regresso à casa depois de um dia de trabalho, entrando um a um, e agindo como se não estivessem vendo um ao outro, e quando todos estão instalados, olham diretamente para a câmera, deixando evidente a cumplicidade deles com o ato de filmar. 

A transitoriedade do lugar de quem vê e de quem é visto é patente no “distanciamento” das imagens de Bill Jorden e Anderson Wrangle, na “narrativa em abismo” de Javier Silva Mainel ou nos sujeitos que se tornam objetos de perseguição, em Regina de Paula. 

Quase por último, um funeral (Renata Falsoni) e um nascimento (Márcio Barros), documentando os momentos mais privados e ao mesmo tempo inexoráveis de todo o ser humano. 

Finalmente, a cauda do tatu desaparecendo por baixo de uma mesa (Miguel Rio Branco). Intrigante fotografia. Intrigante animal que se transforma em bola quando ameaçado pelo perigo. Metáfora para pensar as imagens hoje numa dupla condição: a sua abertura às mais imprevistas relações e, no sentido inverso, o fato de os signos terem se tornado tão densos a ponto de formar uma casca dura, através dos quais já não se vê nada.

Quando: Terça a sexta, 12h às 18h. Sábado, domingo e feriado, 11h às 18h

Quanto: R$ 14,00. Grátis para os Amigos do MAM, menores de 12 anos e, na quarta-feira, a partir das 15h. Aos domingos vigora o ingresso-família que custa R$ 14,00 para grupos de até 5 pessoas.
 
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RON ENGLISH
Até 21 de dezembro de 2014 - Caixa Cultural - Unidade Barroso 

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta a exposição inédita Ron English - Do estúdio para a rua com 110 obras do artista contemporâneo. Misturando referências do cenário pop, da história da arte, da propaganda, dos quadrinhos e da música, a mostra expõe pôsteres, quadros, murais e fotografias do americano, além do documentário. Em paralelo à mostra, será exibido o documentário POPaganda: The Art and Crimes of Ron English, dirigido pelo espanhol Pedro Carvajal. O filme exibe o processo criativo do artista e mostra como são instaladas suas obras em outdoors não autorizados. O documentário explora, também, a paixão de Ron English em fazer com que as pessoas pensem mais sobre a relação entre a sociedade e o consumo. Admirado por sua criatividade e obras provocativas, Ron English faz uso de figuras e marcas bastante conhecidas do público para analisar a cultura ocidental. "Ele usa técnicas da propaganda para questionar a orientação consumista da sociedade, apropriando-se de outdoors, reconfigurando e ressignificando a iconografia pop com surrealismo e humor ácido", conta Rafael Ferraz, curador da mostra. Ron é um dos três grandes nomes do Surrealismo Pop, ao lado de Robert Williams e Mark Ryden, e um dos mais importantes da arte contemporânea. É considerado um dos criadores da street art e das intervenções urbanas. Na opinião do artista, seu trabalho tem o objetivo de “recontextualizar” as imagens do consumismo pop e revelar sua visão do que é a alma americana. “Começo modelando cenários em 3D, que funcionam como um mundo interior povoado por imagens esculpidas, encontradas e fabricadas por mim. Ilumino e fotografo esses cenários e, usando as fotos como estudos, pinto à tinta óleo na tela. Tenho criado novos personagens que se originaram do meu processamento da iconografia pop, mas que se tornaram uma fusão do pessoal com o universal”, explica Ron English. O artista criou uma obra especialmente para a exposição brasileira. Trata-se da imagem de uma borboleta sul-americana, que expressa sua admiração pelos valores e belezas do ecossistema do continente e como ele afeta todo o planeta. O trabalho faz referência ao “efeito borboleta”, fenômeno sobre grandes consequências causadas por pequenas mudanças.

Quando: Terça a domingo, 10h às 21h

Quanto: Grátis

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OURO - UM FIO QUE COSTURA A ARTE DO BRASIL
Até 05 de janeiro de 2015 - CCBB 
"Ouro – Um fio que costura a arte do Brasil" explora a relação do metal precioso – um dos personagens principais da história do Brasil e eterno objeto de desejo no imaginário popular – com a criatividade brasileira. A exposição reúne trabalhos de 30 artistas de diferentes gerações e especialidades. São instalações, desenhos, objetos, esculturas, fotografias, pinturas e joias concebidas por importantes nomes das artes visuais, design, dança, música, arquitetura e paisagismo.

Entre as cerca de 50 obras selecionadas, grande parte é inédita ou raramente vista pelo público. Em conjunto, elas apontam para diferentes abordagens que cada um dos artistas dá para o mesmo material.

Nomes que hoje já são referências para a história recente da arte brasileira também fazem parte da mostra, como os estudos sobre mapas de Anna Bella Geiger; as pinturas recortadas de Antonio Dias; os objetos de Cildo Meireles que justapõe materiais menos prováveis, como ripas de madeira barata, fixadas com pregos de ouro; as esculturas de José Resende e Tunga; as pinturas à têmpera com pequenas aplicações de ouro sobre placas de madeira de Mira Schendel; e os desenhos de Nelson Felix e Nuno Ramos.

Também entre os artistas, os irmãos Fernando e Humberto Campana, conhecidos com seus móveis e objetos feitos com materiais banais, extraídos do cotidiano e traçados de maneira artesanal, apresentam na exposição peças, entre mobiliário e joias, que exploram a nobreza e a luz do dourado. O fascínio pelo ouro também se apresenta nas jóias H.Stern presentes na exposição inspiradas na obra do arquiteto Oscar Niemeyer, do paisagista Roberto Burle-Marx, do músico Carlinhos Brown e a companhia de balé Grupo Corpo.

Quando: Quarta a segunda, 9h às 21h

Quanto: Grátis

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OIKOS - UMA HISTÓRIA DE VIDA E AMOR À TERRA
Cia dos Bondrés
Até 04 de janeiro de 2015 - Oi Futuro - Flamengo 

“Os Bondrés”, uma trupe que viaja pelo mundo levando seu teatro ambulante, chega na cidade para apresentar a incrível história de Oikos, o vilarejo que conseguiu livrar-se da contaminação provocada pelo descarte de lixo tóxico.

Roteiro: Eduardo Vaccari e Fabianna de Mello e Souza

Direção: Fabianna de Mello e Souza

Elenco: Flávia Lopes, Lucas Oradovisch, Matheus Lima, Patricia Ubeda, Tomaz da Gama, Camila Nhary e Ruy Carvalho

Quando: Sábado e domingo, às 16h

Quanto: R$ 15,00

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GABRIEL CENTURION
Exposição: Caverna Kitsch
Até 21 de dezembro de 2014 - Caixa Cultural - Unidade Barroso 
A exposição Caverna Kitsch, do artista visual paulistano Gabriel Centurion, reúne sua produção mais recente, que reflete seu apelo ao exagero e a situações estranhas do cotidiano. A obra de Centurion celebra o universo kitsch, que é caracterizado por objetos de valor estético exagerado ou de “gosto duvidoso”.

Quando: Terça a domingo, 10h às 21h

Quanto: Grátis
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CARNE
Até 22 de dezembro de 2014 - CCBB 
Fruto da concepção da diretora Daniela Amorim e da atriz Karine Teles, Carne é um projeto artístico que mistura artes cênicas e artes visuais, levantando questões sobre o corpo feminino a partir de temas centrais na vida de toda mulher: os avanços da idade, a sexualidade e a maternidade.

A Sala A Contemporânea recebe cenografia e escultura concebidas por Brígida Baltar, vídeos do cineasta Gustavo Pizzi e audiotexto de Daniela.

De quinta a segunda, às 19h30, a sala de exposição transforma-se em espaço cênico e recebe as performances das idealizadoras do projeto.

Na primeira performance, “Peep Show” o público, de até 20 pessoas, entra em cabines individuais, onde assiste um trabalho físico e escuta um áudio que têm como tema o erotismo.

Na segunda apresentação, “Placenta”, os visitantes, ao redor de uma mesa, participarão de um jantar onde o foco é a capacidade de transformação do corpo feminino ao gerar uma nova vida.

Quando: Quinta a segunda, às 19h30

Quanto: R$ 10,00
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GERALDO DE BARROS
Geraldo de Barros e a Fotografia
Até 22 de fevereiro de 2015 - Instituto Moreira Salles 
O Instituto Moreira Salles apresenta em sua sede do Rio de Janeiro a exposição Geraldo de Barros e a fotografia. Com mais de 300 obras, é a maior exposição do designer, pintor e fotógrafo brasileiro Geraldo de Barros (1923-1998) já realizada no Rio de Janeiro. A mostra resgata aspectos históricos e o caráter experimental da obra fotográfica do artista, enfocando sua relação com as gravuras e pinturas realizadas entre os anos 1940 e 1990. A curadoria é da pesquisadora Heloisa Espada, coordenadora de artes visuais do IMS.

Geraldo de Barros e a fotografia é organizada em três núcleos. O primeiro deles aborda a série fotográfica Fotoformas, produzida entre os anos 1940 e 1950. São mostrados exemplos das primeiras fotografias e de desenhos feitos pelo artista no imediato pós-guerra, período em que ainda estava envolvido com uma pintura gestual de influência expressionista, monotipias que testemunham o início de seu envolvimento com a arte abstrata e pinturas concretas realizadas na década de 1950, quando o artista era membro do grupo Ruptura. Essa produção é mostrada lado a lado com as diversas experimentações fotográficas realizadas por Barros em Fotoformas: detalhes que enfatizam a estrutura geométrica de objetos do cotidiano; imagens borradas; solarizações; fotografias realizadas a partir de negativos pintados e riscados com instrumentos de gravura; fotografias abstratas realizadas a partir de múltiplas exposições do mesmo negativo; montagens de negativos etc.

Quando: Terça a domingo, 11h às 20h

Quanto: Grátis
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OS INTOLERANTES
Até 21 de dezembro de 2014 - CCBB 
O espetáculo aborda com humor, as contradições e preconceitos dos personagens envolvidos em casos de intolerância, promovendo a reflexão sobre a importância do respeito à diversidade.
Um jovem acusado de roubar a bolsa de uma senhora é capturado por um morador de Copacabana. As manifestações de apoio e de repúdio à atitude do morador provocam um acalorado debate entre as pessoas que passam pelo local. Entre eles estão um casal que estava indo para uma festa, uma estudante, um ciclista e a própria senhora, vítima do roubo. Nessa atmosfera entre a realidade, o pesadelo, e o delírio, estamos num dia atípico no Rio de Janeiro. Uma manifestação paralisa a cidade. A polícia foi toda deslocada para a área do conflito. O trânsito caótico deixa os personagens à deriva. Perdidos numa Copacabana isolada, entregues à própria sorte. Eles se acusam mutuamente, à espera da polícia que nunca chega. O tempo passa e eles têm que decidir sobre o destino de um garoto preso a um poste.

Quando: Quarta a domingo, às 19h

Quanto: R$ 10,00
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AGNALDO RAYOL - A ALMA DO BRASIL
Até 21 de dezembro de 2014 - Centro Cultural Correios 
Com direção de Roberto Bomtempo e texto de Fátima Valença, o espetáculo contará momentos singulares da trajetória de Agnaldo Rayol: cantor e ator, de cinema e televisão, apresentador de TV, pintor e poeta. No elenco quatro atores/cantores e banda. Marcelo Nogueira, idealizador do projeto, vive o homenageado ao lado de Stela Maria Rodrigues, Fabrício Negri e Mona Vilardo.

O texto conta passagens da vida musical de Agnaldo numa espécie de show intimista, entremeado de registros sonoros e visuais de sua carreira. A estrutura cênica mescla cenas ao vivo com os grandes sucessos da carreira do artista, interpretados pelo ator e cantor Marcelo Nogueira, combinando fotos e vídeos da vida real da obra de Agnaldo Rayol, com personagens e trechos de filmes, telenovelas, fotos, shows, entrevistas e programas de rádio e TV, como os históricos Papel Carbono, Jovem Guarda, Corte Real Show e Hebe Camargo.

Agnaldo Rayol começou a cantar aos oito anos de idade na Rádio Nacional, mas seu primeiro disco foi gravado em estúdio de uma Agência dos Correios. Agnaldo, que já atuou como galã de novela ao lado de Fernanda Montenegro e Hebe Camargo, ganhou vários prêmios em sua carreira, entre eles "O Festival Internacional da Canção" e o "Prêmio Sharp de Melhor Cantor de Música Popular".

Com sua peculiar forma de cantar, a magistral interpretação de Ave Maria de Gounod emocionou noivas de várias gerações. No espetáculo será apresentado um roteiro de sucessos como: "Se todos fossem iguais a você", "A Praia", “Fascinação”, ”Serenata do Adeus”, "O princípio e o fim”, “Mia Gioconda”, “A voz do violão", “Estrada do sol” entre outras canções que remetem à época, à cultura brasileira e suas influências.

Quando: Quinta a domingo, às 19h

Quanto: R$ 20,00

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GUIGNARD E O ORIENTE, ENTRE O RIO E MINAS
Até 26 de abril de 2015 - MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR 
A singularidade da contribuição de Alberto da Veiga Guignard para a modernidade da arte produzida no Brasil passa por seu interesse pela China. Enquanto grande parte dos artistas modernos do país cultivou um diálogo com referências do Japão, Guignard mostrou-se prolífico em conceber sua obra a partir da interlocução com a arte chinesa, entrecruzada com a estética colonial que marca seu lugar de atuação, Minas Gerais, bem como sua formação sensível, igualmente interpelada pela paisagem do Rio de Janeiro. Sua obra foi capaz de acionar e harmonizar sistemas pictóricos díspares no tempo e no espaço, configurando uma importante contribuição para o pensamento moderno brasileiro ao fazer-se ao mesmo tempo local e plural.
A mostra reúne pinturas, desenhos, objetos, documentos, gravuras e outras peças que estabelecem diálogos capazes de sublinhar a riqueza da troca entre a pintura desse artista brasileiro e as referências da arte e da iconografia oriental, percorrendo o fértil campo do barroco brasileiro – e, de modo mais amplo, da estética colonial. Para além de uma filosofia da paisagem, trata-se de um conjunto de obras que nos alerta para as políticas da representação e da imagem, que, hoje, constituem um dos cernes da vida simbólica de uma sociedade. O MAR agradece ao casal Hecilda e Sergio Fadel o generoso empréstimo de preciosidades de sua coleção. Esta exposição homenageia a família Fadel, que ora compartilha com a sociedade seu olhar amoroso sobre o universo de Guignard.

Quando: Terça a domingo, 10h às 18h

Quanto: R$ 8,00. Às terças-feiras, a entrada é gratuita
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HORACIO COPPOLA
Exposição: Luz, Cedro e Pedra - Esculturas de Aleijadinho fotografadas por Horacio Coppola
Até 04 de janeiro de 2015 - Instituto Moreira Salles 

Com 81 fotografias feitas pelo argentino Horacio Coppola, a exposição traz imagens feitas em 1945 nas cidades mineiras de Congonhas do Campo, Sabará e Ouro Preto. As esculturas de Aleijadinho retratadas renderam um grande acervo para o fotógrafo, que já expôs o trabalho em Buenos Aires.

Quando: De terça a domingo, 11h às 20h. 23 de outubro de 2014 a 4 de janeiro de 2015.

Quanto: Grátis

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O PEQUENO ZACARIAS - UMA ÓPERA IRRESPONSÁVEL
Até 21 de dezembro de 2014 - Teatro SESC Ginástico 

O musical é uma adaptação do conto de fadas escrito por E.T.Hoffmann, um clássico da literatura fantástica nunca antes adaptado para os palcos. Uma história de amor narrada com humor e ironia, mas é também uma divertida refinada sátira social e política da Prússia do século XIX, da qual não escapam governantes, burocratas, intelectuais, estudantes e poetas.

Quando: Sexta a domingo, às 19h.

Haverá sessões extras nas quintas-feiras, dias 6/12, 13/12 e 20/12, às 19h.

Quanto: R$ 20,00

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PEDRO DAVID
Até 30 de janeiro de 2015 - GALERIA DA GÁVEA 

A exposição traduz a leitura de Pedro David para momentos de introspecção, incômodo e superação vivenciados nestes quatro anos. Aborda a exaustiva busca para encontrar um lugar para se viver nos centros urbanos, a falta de educação de vizinhos, e o esforço de recuperação após a morte da mãe por meio de um olhar poético sobre seu ambiente e pertences.
Cada um dos trabalhos foi produzido enquanto o artista vivenciava tais situações cotidianas, em um processo no qual a fotografia servia, a cada registro, como instrumento de catarse. “As fotos me guiaram por essas situações, me ajudando a entendê-las e a passar por elas. Não à toa decidi reunir as três séries em uma única mostra, pois juntas representam um momento importante na minha vida”, comenta.
São ao todo cerca de 30 fotografias impressas em diversos tamanhos, entre 110×110 cm, 90x90cm, e 50×50 cm, além de uma instalação áudio visual composta por fotografias editadas em vídeo, acompanhadas por pequenos poemas autorais que introduzem cada série.

Quando: Segunda a sexta, 11h às 19h (visitas agendadas por telefone)

Quanto: Grátis

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OURO - O FIO QUE COSTURA A ARTE DO BRASIL
Atividades infantis
Até 05 de janeiro de 2015 - CCBB 
Em cartaz no CCBB, a exposição Ouro — O Fio que Costura a Arte do Brasil enche os olhos de adultos e crianças. Além dos trabalhos de trinta artistas reunidos na exibição, a turma miúda encontra farta programação paralela inspirada pelas obras expostas. Logo na entrada, a chuva de milhares de folhas douradas na instalação de Laura Vinci atrai a atenção. No Laboratório InCorpoAurum, aberto diariamente às 11h, 13h, 15h e 17h, um ourives ensina os pequenos a criar adornos com materiais parecidos com os usados pela artista. Na sessão Cantos e Contos, no sábado e no domingo, às 16h, histórias temáticas, como A Águia dos Ovos de Ouro e Ali Babá e os Quarenta Ladrões ganham espaço. Também no roteiro dos fins de semana, com início às 15h, a atividade Pequenas Mãos Ciranda de Estrelas mistura o tradicional jogo de amarelinha com lições sobre a confecção de objetos a partir de material dourado (40min cada atividade). Rec. a partir de 3 anos.

Quando: até 5 de janeiro de 2015

Quanto: Grátis. Distribuição de senhas 30 minutos antes
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FESTA DE FAMÍLIA e O FUNERAL
Reestreia
Até 21 de dezembro de 2014 - Teatro Poerinha 

Adaptação teatral do filme homônimo do dinamarquês Thomas Vinterberg, uma das produções mais importantes do movimento Dogma 95, FESTA DE FAMÍLIA ganhou em 2009 elogiada encenação brasileira, pelas mãos do diretor Bruce Gomlevsky. Cinco anos depois, ele está à frente de uma empreitada dupla no Teatro Poeirinha: volta a encenar o drama e, na sequência, leva ao mesmo palco O FUNERAL, sua continuação. Passada na celebração do aniversário de 60 anos de Helge, o patriarca, na qual segredos e muitos podres familiares vêm à tona. Já em O FUNERAL, o espetáculo se desenrola 10 anos depois, por ocasião do enterro de Helge.

Quando: Quinta e sexta, às 21h (Festa de Família). Sábado, às 21h e domingo, às 19h30 (O Funeral)
 
Quanto: R$ 40,00 (cada peça)

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MAKUNAIMA, O OUTRO
Até 18 de janeiro de 2015 - CCBB 
O espetáculo segue a estrutura de uma colagem, lendas ameríndias são encenadas e entremeadas com trechos do diário de viagem do etnólogo Theodor Koch- Grunberg, o verdadeiro descobridor dos mitos de Makunaímã entre os nativos de Roraima, sul da Venezuela e parte da Guiana Inglesa.

Quando: Quinta a domingo, às 19h30.

Quanto: R$ 10,00
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MENINOS E MENINAS
Campanha Teatro para Todos - sábados e domingos
Até 21 de dezembro de 2014 - Teatro das Artes 
Amor, amizade, bullying, sexo, anorexia, saudade, pais, morte e vida, são alguns dos temas abordados em Meninos e Meninas, tudo de uma forma dinâmica, bem humorada e contundente. Uma peça emocionante e divertida, onde jovens retratam as aventuras e desventuras relacionadas às primeiras descobertas da infância à adolescência, contadas para todas as idades.

Quando: 22/11 a 21/12, sábados às 18h e domingos às 17h

Quanto: R$ 15,00
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DEIXA CLAREAR
Musical em homenagem a Clara Nunes
Até 21 de dezembro de 2014 - IMPERATOR - CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA 
A montagem é protagonizada pela jovem atriz Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. O espetáculo é o encontro das duas Claras: a atriz e a cantora. Deixa Clarear estreou no Teatro Café Pequeno para 80 lugares, reestreou no Teatro das Artes para 450 pessoas e agora faz temporada popular no Teatro João Caetano, com 1.100 lugares. “O mérito desse sucesso está na brilhante atuação de Clara Santhana, na direção cuidadosa do Isaac Bernat e na nossa excelente equipe de produção”, afirma a autora Márcia Zanelatto.

Clara Santhana passeia pelas varias fases da carreira e da vida de Clara Nunes com um repertório composto por grandes compositores, como: João Nogueira, Paulo Cesar Pinheiro, Paulinho da Viola, Candeia, Chico Buarque, Nelson Cavaquinho, entre outros. A música presente atua como uma extensão da cena e as letras também constituem uma dramaturgia. Deixa Clarear visita de forma delicada a memória da Clara Nunes e do universo musical presente em sua trajetória. O objetivo também é incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. “Durante a pesquisa para este trabalho, percebemos que muitos jovens já não conhecem sua música, queremos contribuir para manter acesa a chama de seu repertório, de sua poesia e de suas histórias”, explica Clara Santhana.

Quando: Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 19h30

Quanto: R$ 30,00
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O BRANCO DOS SEUS OLHOS
Até 21 de dezembro de 2014 - Espaço SESC Copacabana 
Raquel, uma alta executiva recém-casada com Lauro, é transferida para Buenos Aires. Ele, um dançarino contemporâneo, deixa o país e a carreira para acompanhar a esposa. Depois de alguns anos, ao retornar ao Brasil, uma possível traição é descoberta. Texto de Álvaro Campos. Direção de Alexandre Mello. Com Amanda Vides Veras, Fabiano Nunes e Karine Telles.

Quando: Quinta a sábado, às 19h. Domingo, às 18h

Quanto: R$ 5,00 (associado Sesc), R$ 10,00 (meia-entrada), R$ 20,00
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O DIA EM QUE SAM MORREU
Armazém Companhia de Teatro
Até 21 de dezembro de 2014 - Fundição Progresso 
O cirurgião-chefe de um hospital, um médico que acredita que detém poder sobre a vida dos outros, um homem que não mede esforços para chegar aonde quer, não importando que pessoas-obstáculos estejam em seu caminho, se vê diante de uma situação imprevisível. Um jovem armado invade esse hospital, e a potência marginal e transgressora desse ato irá encaminhar um debate ético onde duas visões de mundo colidem. É um ato terrorista? As ações desses dois homens se equivalem?

Quando: Sexta a domingo, às 20h

Quanto: R$ 40,00

 
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PÉ DE CACHIMBO
Até 21 de dezembro de 2014 - Centro de Referência Cultura Infância / Teatro Municipal do Jockey 

O espetáculo interage com o público, convidando-o a mergulhar nas memórias da cultura popular brasileira. Traz de forma poética toda a essência do folclore brasileiro embalada por ritmos como o samba de roda, forró, baião, maracatu e quadrilhas. Jogos e brincadeiras, além das lendas brasileiras, são representados na obra.

Quando: Sábado e domingo, às 18h

Quanto: 20,00

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AMOR E RESTOS HUMANOS
Texto: Brad Fraser
Até 21 de dezembro de 2014 - Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas 

A peça trata das relações líquidas nos tempos modernos, da descoberta da sexualidade nas suas mais diversas formas, da agitação da metrópole em seu meio underground e da angústia da experiência do amor por personagens que não tem nenhum tipo de referência desse sentimento. Através de uma história não-linear, os conflitos dos personagens Candy, David e Bernie são revelados aos poucos: histórias de amor frustradas que beiram ao desespero em determinados momentos e que são ainda mais acentuados com a possibilidade do encontro de novos amores nas figuras de Jerri, Robert e Kane. Com “atuações ótimas”, “excessiva nudez e cenas bem tórridas” e com “final surpreendente”, Amor e Restos Humanos promete repetir a boa recepção da primeira temporada com “um espetáculo profundo, poético e transgressor”, segundo o diretor mineiro.

Quando: Sexta e sábado, às 19h30. Domingo, às 19h

Quanto: R$ 30,00

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HORA AMARELA
Até 08 de fevereiro de 2015 - CCBB 

Escondida há 52 dias nas ruínas de seu apartamento, Ellen (Deborah Evelyn) faz de tudo para sobreviver e não perder a esperança de rever o marido desaparecido. No desenrolar da peça, ela é surpreendida com a chegada de diferentes personagens, como Maude (Isabel Wilker), jovem viciada em drogas à procura de abrigo, e o professor Hakim (Emílio de Mello), que traz notícias do mundo externo. A situação se torna cada vez mais desoladora e Ellen tenta desesperadamente seguir em frente e se manter viva.
Ao imaginar o cenário de destruição, guerra e ruína de ‘A Hora Amarela’, Rapp parece sugerir que a humanidade caminha para um futuro sombrio. No entanto, a resiliência de sua protagonista diz o contrário. É uma qualidade de nossa espécie: a força de lutar, como Ellen, para sobreviver dentro de uma realidade aterradora.

Quando: Quinta a domingo, às 19h30

Quanto: R$ 10,00

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O HOMEM ELEFANTE
Texto: Bernard Pomerance
Até 21 de dezembro de 2014 - Oi Futuro - Flamengo 

O espetáculo  nasce da parceria criativa entre a diretora Cibele Forjaz (SP) e a Companhia Aberta (RJ), e é o terceiro do grupo criado em 2011, na cidade do Rio de Janeiro. História verídica inspirada na vida de John Merrick - que morou em Londres na segunda metade do século XIX. Um jovem com uma terrível deformação é uma das principais atrações de freak shows (shows de aberrações). Acolhido para observação num prestigiado hospital londrino, Merrick é entregue aos cuidados de um famoso e jovem médico (Dr. Treves), passando de objeto de piedade à coqueluche da aristocracia e dos intelectuais. Em 1980, a vida de Merrick foi tema do filme “O Homem Elefante”, dirigido por David Lynch e estrelado por John Hurt, como Merrick, e Anthony Hopkins, como Dr. Treves. Hurt ganhou um Bafta (British Film Awards), além de indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro por sua performance.

Quando: Quinta a domingo, às 20h

Quanto: R$ 20,00

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RABITT
Até 21 de dezembro de 2014 - Caixa Cultural - Unidade Barroso 

A história se passa em uma única noite, na festa de aniversário de 29 anos da ácida protagonista, Bella. Todavia, não será uma noite fácil. Enquanto amigos e antigos namorados se encontram para comemorar, o pai de Bella está morrendo com câncer, num hospital. Com diálogos inteligentes, mordazes e ação bem estruturada, Rabbit coloca em cena disputas e ressentimentos, e à medida que a noite avança, o brilho de uma geração, que tem numa ideia difusa de liberdade o seu principal valor, revela o seu avesso sombrio.

Quando: Quinta a domingo, às 19h

Quanto: 15,00

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CONCERTO DE NATAL DO FORTE
Orquestra Violões do Forte de Copacabana
21 de dezembro de 2014 - Forte de Copacabana 
A programação de natal da cidade maravilhosa ganhou mais uma opção de diversão gratuita: o Concerto de Natal do Forte de Copacabana. A comemoração antecipada acontece no dia 21 de dezembro, próximo domingo, a partir das 18h, com a apresentação da Orquestra Violões do Forte de Copacabana e da banda Samba do Gnaisse, convidada para este último show do ano. Além de fechar com chave de ouro um 2014 o Centenário do Forte de Copacabana, Concerto festeja também os 10 anos da Samba do Gnaisse.

No repertório músicas natalinas, como Noite Feliz e Quero ver você não chorar, clássicos da Música Popular Brasileira, muito samba de raiz, chorinho, forró e baião. “É com imenso orgulho que receberemos a banda Samba do Gnaisse em nossa programação de natal e última apresentação deste ano. Cantar e dançar canções que amamos e que já fazem parte da nossa história não tem preço. Esse será o nosso presente de natal para toda a população, que precisa, cada vez mais, de frentes que democratizem o acesso à cultura e a música popular brasileira”, diz Márcia Melchior, coordenadora da Orquestra de Copacabana.

A Orquestra Violões do Forte de Copacabana é um projeto de inclusão social e cultural de iniciativa do Comando do Forte de Copacabana e do Instituto Rudá que conta com a direção executiva de Márcia Melchior, com a coordenação do músico Antônio Carlos, da dupla Antônio Carlos e Jocafi, e arranjos de Flávio Goulart de Andrade.

Quando: Domingo, às 18h

Quanto: Grátis
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JULIO ESTRELA
21 de dezembro de 2014 - Bar Semente 

O cantor e banda interpretam sucessos de compositores como Nelson Cavaquinho, Gonzaguinha e Chico Buarque.

Quando: Domingo, às 20h

Quanto: R$ 25,00 

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RODRIGO LIMA
Show: Saga
21 de dezembro de 2014 - Solar de Botafogo 
Este primeiro álbum-solo do compositor, violonista e arranjador Rodrigo Lima – o CD duplo SAGA – é, antes de tudo, uma celebração à música, a tudo de bom que ela pode trazer e aos encontros que propicia. Gravado entre Rio de Janeiro, Curitiba, Los Angeles e Nova Iorque, sob a produção de Arnaldo DeSouteiro para o selo JSR (Jazz Station Records), reúne dezessete faixas inéditas; algumas em parceria com Hermeto Pascoal, João Cavalcanti (do Casuarina), Pedro Amaral e do poeta Pedro Rocha. Multi-instrumentista, Rodrigo também toca viola caipira, guitarra, piano, teclados, triângulo e até caixinha de fósforo (a la Cyro Monteiro).

Quando: Domingo, às 20h

Quanto: R$ 40,00
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