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   ESPAÇO RIO CULTURAL - DESTAQUES

 

Agrupamos os eventos em faixas de preço, confira!!!!

Grátis
Encontrados: 19
Até R$ 30,00
Encontrados: 20
Acima de R$ 30,00
Encontrados: 3

EM 1964
Literatura, fotografia, cinema e música permeiam a mostra
Até 23 de novembro de 2014 - Instituto Moreira Salles 
O Instituto Moreira Salles dedicará parte de sua programação anual para discutir os 50 anos do golpe militar que instalou a ditadura no Brasil. Em 1964 propõe uma imersão neste momento decisivo para o país a partir do ponto de vista de artistas e intelectuais cujos acervos estão sob a guarda do IMS ou que têm vínculos diretos com suas atividades.

A partir do dia 9 de fevereiro, será possível visitar a exposição Em 1964, que permitirá ao espectador explorar os fatos culturais do período por meio de obras marcantes da literatura, da fotografia, do cinema e da música presentes nos acervos do IMS.

A ideia de imersão se desdobra no site Em 1964. Durante todo o ano, imagens, textos de época e outros especialmente escritos para o site completarão a experiência numa espécie de túnel do tempo para o ano do golpe.

A exposição exibirá fotografias do cineasta Jorge Bodanzky, feitas em Brasília no momento do golpe militar, mas trará também fotos de Chico Albuquerque e Henri Ballot documentando o cotidiano, como feiras, supermercados e outros costumes da vida diária dos brasileiros. Outro destaque da fotografia será um ensaio inédito em espaços expositivos da fotógrafa Maureen Bisilliat sobre Iemanjá.

Monitores exibirão trechos do documentário Cabra marcado para morrer, de Eduardo Coutinho, produzido em 1964 e que só pôde ser finalizado nos anos 1980 por conta da repressão militar. Em março, a Coleção DVD do Instituto Moreira Salles lançará o filme em cópia restaurada e com dois extras preparados pelo cineasta especialmente para a edição.

A Caravana Farkas, projeto do fotógrafo Thomas Farkas que reuniu jovens cineastas para documentar a cultura popular brasileira nos anos 1960, também estará presente na exposição, com fotos da equipe e a exibição de Viramundo, documentário de Geraldo Sarno.

Uma seleção musical poderá ser ouvida e terá canções de Tom Jobim, Baden Powell, Nara Leão, Ernesto Nazareth e Radamés Gnattali. Além disso, haverá um espaço dedicado ao Zicartola, restaurante-bar comandado por Cartola e sua mulher Zica que virou sensação, tornou-se um precursor das casas de samba e apresentou pela primeira vez nomes como Paulo César Batista de Faria, o Paulinho da Viola.

O ano de 1964 também teve a publicação de dois dos livros mais importantes da escritora Clarice Lispector, A paixão segundo G.H. e A legião estrangeira. Outro livro que marca o período é O braço direito, romance muito discutido e pouco lido de Otto Lara Resende, que o reescreveria pelo resto da vida. A exposição apresentará os originais, sendo os de Clarice do próprio acervo da escritora, e trará também dois datiloscritos de Otto, em que explica como teve a ideia de escrever o livro.

Outro destaque serão duas paredes dedicadas às oito capas e quarta-capas da revista pifpaf, de Millôr Fernandes. Players trarão entrevistas do programa Roda Viva comandadas por Caio Fernando Abreu e Marília Gabriela com Rachel de Queiroz, em que ela fala sobre seu apoio ao golpe militar.

A programação Em 1964 trará mensalmente à sala de cinema filmes que estavam em cartaz no Brasil naquele ano, além de ciclos de palestras e debates.

Quando: Terça a domingo, 11h às 20h

Quanto: Grátis
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DO VALONGO À FAVELA: IMAGINÁRIO E PERIFERIA
Até 15 de fevereiro de 2015 - MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR 

Com curadoria de Rafael Cardoso e Clarissa Diniz, a exposição reúne obras históricas e contemporâneas que têm como tema a região portuária do Rio de Janeiro. O recorte apresenta, entre outros aspectos, o comércio de escravos na região do Valongo e o surgimento da primeira comunidade de moradia informal no Morro da Favela, que marcaram e transformaram o local onde hoje mudanças continuam a ser processadas.

Quando: Terça a domingo, 10h às 18h

Quanto: R$ 8,00. Grátis às terças-feiras. De quarta a domingo, grátis para alunos e professoresda rede pública de ensino, crianças de até 5 anos e pessoas com mais de 60 anos.

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TATU: FUTEBOL, ADVERSIDADE E CULTURA DA CAATINGA
Vários artistas
Até 08 de fevereiro de 2015 - MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR 
Tatu: Futebol, Adversidade e Cultura da Caatinga faz-se sob o ponto de vista do bicho vivo. O imaginário da caatinga, do tatu e da bola conduz-se aqui pela óptica da adversidade que pauta a história do Brasil. Arte e artefatos culturais percorrem o ecossistema luminoso e quente da caatinga, o tatu na mitologia de sociedades indígenas, a invenção simbólica e política do sertão – a seca, o cangaço, a literatura social, o cinema novo, a arte contemporânea –, até o futebol da bola adversa (não a bola padrão Fifa, mas a irregular bola-tatu), o jogo entendido como uma importante forma de sociabilidade e de resistência. A partir do tatu, cabe experimentar a bola em sua reinvenção da perfeição esférica, aproximando-se da força política e da potência estética das formas cuja adversidade acumula uma energia pronta a explodir. Por fim, a escolha do tatu-bola e de sua caatinga se deve, primordialmente, à pesquisa no Ceará que concluiu que uma criança pobre conhece apenas metade do vocabulário de uma de classe média. Uma experiência na caatinga de aceleração de aquisição de vocabulário nas escolas resultou em avanços em todas as disciplinas. O que pode a arte para ampliar o vocabulário de uma criança? A partir dessa indagação crucial para o MAR começa o jogo da Copa, pois o legado do museu para as escolas serão projetos educativos.

Quando: Terça a domingo, 10h às 18h

Quanto: R$ 8,00. Grátis às terças-feiras. De quarta a domingo, grátis para alunos e professoresda rede pública de ensino, crianças de até 5 anos e pessoas com mais de 60 anos.

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Rubens Gerchman: com a demissão no bolso
Até 08 de fevereiro de 2015 - CASA DAROS 

Cerca de 30 obras de Gerchman, entre desenhos e serigrafias, vão ilustrar uma linha de tempo, de 1966 a 1979, com datas marcantes da trajetória do artista e do momento cultural e político do período. A curadoria é de Eugenio Valdés Figueroa, diretor de arte e educação da Casa Daros, e de Clara Gerchman, filha do artista e diretora do Instituto Rubens Gerchman.

Quando: Quarta-feira a sábado, 11h às 19h.Domingos e feriados, 11h às 18h

Quanto: R$ 12,00.Entrada gratuita às quartas-feiras
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OCUPAÇÃO ZUZU
Exposição sobre Zuzu Angel
Até 02 de novembro de 2014 - Paço Imperial 
A exposição reúne um acervo com mais de 400 itens, entre trajes, vídeos, fotografias, documentos e outras criações de Zuzu. A curadoria é de Hildegard Angel (filha da homenageada) e Valdy Lopes Jn. O público terá acesso a documentos que mostram o lado militante da estilista, alguns desses nunca expostos anteriormente.
Durante todo o período da exposição, em dias alternados, atrizes, dirigidas pela estilista e consultora Karlla Girotto, farão performances-surpresa entre o público. Vestidas com réplicas de roupas desenhadas por Zuzu, elas lerão trechos de suas cartas.

Quando: Terça a domingo, 12h às 18h

Quanto: Grátis
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HÁ ESCOLAS QUE SÃO GAIOLAS E HÁ ESCOLAS QUE SÃO ASAS
Arte e Sociedade no Brasil 2
Até 11 de janeiro de 2015 - MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR 

Como a arte se envolve com a educação? Em suas origens, o acesso aos museus e à escola era reservado aos estratos sociais dominantes e circunscrito à formação e ao lazer das elites. No Brasil, apenas no pós-guerra os museus ampliaram sua abertura para a sociedade e a consciência de seus deveres de acessibilidade e universalidade. A arte incide sobre a agenda política dos museus, marcada por um déficit de direitos sociais não atendidos, enquanto a sociedade se apresenta cada vez mais complexa.

Esta é a segunda mostra da série Arte e Sociedade no Brasil, que lança hipóteses sobre os desafios enfrentados pela educação, pela arte e pelo museu. Os artistas que integram a exposição propõem modelos para pensar o potencial da educação. Homenageia-se a artista Anna Bella Geiger, que há décadas discute dispositivos como cartilhas, atlas e métodos de leitura a partir das relações transculturais. Ela própria foi aluna do educador Anísio Teixeira.

Obras de arte, documentos e projetos educacionais debatem os sentidos da educação e do lugar dito escola. O pacto crítico da produção artística com a educação está aqui concentrado em quatro núcleos: (1) teoria, com foco em Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire; (2) processos, que documenta experiências da prática educacional; (3) dispositivos, que discute as dimensões de poder das estruturas educacionais; e (4) linguagem, que explora a relação entre fazer artístico, fala e escrita como campo de reconhecimento das diferenças.

Quando: Terça a domingo, 10h às 18h

Quanto: R$ 8,00. Às terças-feiras, a entrada é gratuita

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MUSEU ENCANTADOR
Até 16 de novembro de 2014 - Museu de Arte Moderna 
MUSEU ENCANTADOR é uma coleção temporária de encantos permanentes e temporários do Brasil e Portugal. Mas o que é encantamento e que relação pode existir entre encantamento e cultura? E o que seria um museu do “encantamento cultural” do Brasil e Portugal? Para pensar algo sobre estes dois países no século XXI, é preciso não temer o clichê e deslizar em todas as superfícies. É preciso analisar o pó debaixo dos tapetes, não ter medo das misturar o universo da ciência e da magia, fazer chocar o esotérico e o estético, mergulhar no ridículo, fazer uma história de arte politicamente incorreta, devolver ao centro da festa os desqualificados, os terríveis, os inaptos, os místicos, e as narrativas perdidas dentro das narrativas institucionais. É preciso pensar, descolonizar o pensamento.

Quando: Terça a sexta, 12h às 18h. Sábado, domingo e feriado, 11h às 18h

Quanto: R$ 14,00. Grátis para os Amigos do MAM, menores de 12 anos e, na quarta-feira, a partir das 15h. Aos domingos vigora o ingresso-família que custa R$ 14,00 para grupos de até 5 pessoas.
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NOVAS AQUISIÇÕES - COLEÇÃO GILBERTO CHATEAUBRIAND
Até 16 de novembro de 2014 - Museu de Arte Moderna 
As Novas Aquisições da Coleção Gilberto Chateaubriand já é uma tradicional exposição de nosso calendário e do cenário artístico. A primeira aconteceu em 2000, e de lá para cá foram cinco. Esta sexta edição abrange os últimos dois anos, reunindo 65 artistas, sendo 38 estreantes na coleção, que revelam as mais recentes tendências de nossa produção artística. Na impossibilidade de expor todos os trabalhos adquiridos, em razão do grande número de obras, cada artista está representado por ao menos uma de suas obras. Uma seleção sempre difícil.
A exposição celebra, mais uma vez, o vigor do colecionador na busca de novos artistas nas diversas regiões do país. Trata-se de um panorama do pensamento e do olhar de Gilberto Chateaubriand sobre a arte brasileira. A Coleção, iniciada em 1951, hoje conta com mais de oito mil obras. Cedida em comodato ao Museu de Arte Moderna há 21 anos, é única no Brasil em sua vocação institucional, o que nos permite apresentar um cenário completo da arte brasileira dos últimos cem anos.

Quando: Terça a sexta, 12h às 18h. Sábado, domingo e feriado, 11h às 18h

Quanto: R$ 14,00. Grátis para os Amigos do MAM, menores de 12 anos e, na quarta-feira, a partir das 15h. Aos domingos vigora o ingresso-família que custa R$ 14,00 para grupos de até 5 pessoas.
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ANGELO VENOSA
Membrana
Até 14 de novembro de 2014 - Anita Schwartz Galeria de Arte 
Em MEMBRANA, o paulistano radicado no Rio se arrisca por bambu e filamentos de plástico, até então inéditos em sua carreira. Cortado em fatias finas, o primeiro ganha formas sinuosas em esculturas de chão e parede. O plástico aparece em desenhos abstratos tridimensionais, cobertos por cápsulas de acrílico. Com cerca de vinte obras (a partir de R$ 47 000,00), o acervo abriga ainda uma grande peça de alumínio, de aproximadamente 4,5 metros de altura, e duas séries feitas nos últimos dois anos — uma de gravações a laser sobre fórmica e outra de lâminas de metacrilato.

Quando: Segunda a sexta, 10h às 20h. Sábado, 12h às 18h

Quanto: Grátis
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A ESTUFA
De Ary Coslov
Até 02 de novembro de 2014 - Casa de Cultura Laura Alvim 

Roote é o diretor-geral de uma instituição que, parece, abriga doentes mentais. Mas podem ser também presos políticos. Ele é massacrado pela burocracia estatal e cercado de pessoas esquisitas, como o eficiente e ambicioso Gibbs, a sedutora e ardilosa Miss Cutts, o indecifrável e alcoólatra Lush, o inquieto Lamb e assim por diante. Na noite de Natal, acontecem dois eventos que vão balançar a instituição: um dos "internos", - que também são chamados às vezes de "pacientes" e são identificados por números - aparece morto e uma outra "paciente" dá à luz um bebê. A partir daí, os personagens são envolvidos numa trama repleta de surpresas e revelações, com muito mistério, sexo e violência. Mas também com muito humor. É interessante notar que sendo um texto engraçado, parece um pouco diferente das obras posteriores de Pinter, até mesmo pela presença de um forte tom político, mas, ao mesmo tempo, tem todas as características de seu teatro, facilmente reconhecíveis.

Quando: Quinta a sábado, às 21h

Quanto: R$ 40,00

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ILUSÕES
Até 13 de fevereiro de 2015 - CASA DAROS 

Exposição que reúne obras dos artistas Mauricio Alejo, Luis Camnitzer, José Damasceno, Leandro Erlich, Los Carpinteros, Fernando Pareja & Leidy Chavez, Liliana Poter, Teresa Serrano e José Toirac, da Coleção Daros Latinamerica. A mostra apresenta instalações, objetos, vídeos e fotografias que transitam pelos conceitos de ilusão, fantasia, mistério e magia de forma às vezes lúdica, às vezes irônica.

Quando: Quarta-feira a sábado, 11h às 19h. Domingos e feriados, 11h às 18h

Quanto: R$ 12,00. Entrada gratuita às quartas-feiras

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Vitrine Lugar das Dúvidas
Até 31 de dezembro de 2014 - CASA DAROS 

Na fachada lateral – na Avenida Lauro Sodré –, cinco vitrines proporcionam aos pedestres mais um espaço de exibição: elas trazem versões de obras e trabalhos inspirados na programação da Casa Daros. A ação permanente é inspirada no espaço cultural experimental colombiano lugar a dudas (em Cali). A partir de agosto, as vitrines apresentam trabalhos do artista cubano René Francisco Rodríguez. São bonecos feitos com tubos de pasta de dente, que representam os verdadeiros construtores da sociedade. A intenção do artista é chamar a atenção para a força do trabalho humano coletivo.

Quando: Permanente

Quanto: Grátis

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AMADOR PEREZ - 40 ANOS
Memorabilia
Até 07 de dezembro de 2014 - Centro Cultural Correios 
Apresentando mais de 100 obras, realizadas entre 1976 e 2014, Amador Perez propõe uma reflexão sobre a materialidade e singularidade da obra de arte e sua reprodução, e a imaterialidade e multiplicidade da imagem, utilizando técnicas manuais e digitais em uma fusão de linguagens e criando um jogo interativo entre a sua memória das obras originais e a fantasia do espectador. 

Montada em três núcleos, a mostra exibe no primeiro deles, 20 obras recentes e inéditas, uma seleção de 20 imagens de desenhos a grafite da década de 1980, redimensionadas através de impressões sobre telas que, conjugadas a objetos representativos de sua memória afetiva e  projetados pelo autor, constituem uma 'memorabilia' do artista.

O segundo núcleo apresenta dois 'livros do artista', atuais e inéditos, sobre Nijinski, o mítico e revolucionário dançarino e coreógrafo dos "Balés Russos de Diaguilev", a partir de séries de colagens e desenhos elaborados nas décadas de 1970 e 1980. Uma espécie de 'gabinete de curiosidades', onde se destaca uma carta dirigida a Amador Perez por Tamara Nijinski, segunda filha do bailarino.

A reapresentação da série “Gioventù”, elaborada a partir da obra homônima de Eliseu Visconti, ocupa o terceiro núcleo da mostra. Composta por 63 desenhos a grafite e lápis de cor, realizada na década de 1990 e apresentada em 1998 no Museu Nacional de Belas Artes. Integra-se à mostra, uma gravura que reproduz as dimensões originais da tela de Visconti.

O artista realizará visitas guiadas e oficinas temáticas relacionadas às suas proposições apresentadas nos três núcleos. As reflexões do público participante, expressas através dos resultados das oficinas, formarão progressivamente um novo núcleo da exposição. 

Quando: Terça a domingo, 12h às 19h

Quanto: Grátis

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HISTÓRIAS FRIAS E CHAPA QUENTE
De terça a domingo - Grátis
Até 30 de novembro de 2014 - Casa França-Brasil 
A dupla Maurício Dias & Walter Riedweg apresenta as inéditas “Cold stories”, “Chapa quente”, “Sob pressão”, “Evidência”, “Blocão”, e “Throw”, entre projeção de imagens, videoinstalação e outros, com curadoria de Andreas Brøgger, que atua no Nikolaj Kunsthal, em Copenhague. Explora o contexto brasileiro contemporâneo, relatando a influência dos tempos da guerra fria sobre a atmosfera cultural e política de hoje, com marionetes de personagens da Guerra Fria, como Che Guevara, Mao Tsé-Tung, John F. Kennedy e Nikita Kruschev.

Quando: De 7 out 2014 até 30 nov 2014 - dom, ter, qua, qui, sex e sáb 10:00 até 20:00

Quanto: Entrada franca
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BRECHERET - MULHERES DE CORPO E ALMA
Obras de diversas fases do artista sob a temática do feminino do período de 1920 e 1955
Até 07 de dezembro de 2014 - Centro Cultural Correios 
A exposição traz para o Rio de Janeiro uma seleção de 37 esculturas e 107 desenhos que representam várias fases e tendências da trajetória do artista. A mostra é dividida em oito conjuntos de acordo com a variante da temática do feminino. As esculturas foram produzidas em mármore, gesso, pedra granítica rolada pelo mar, bronze patinado e bronze polido. As obras são predominantemente nus relacionados ao simbolismo feminino da Terra, a grande Mãe, a deusa Gaia, Geia, dos gregos, o elemento primordial e latente de uma potencialidade geradora ilimitada. A mostra reúne ainda, em uma sala especial, uma visão inédita de oito painéis de alto e baixo relevo do artista. 
A curadora da exposição Daisy Peccinini destaca: “O importante conjunto de esculturas, em diversos materiais e pertencentes a diferentes momentos de seu percurso artístico, desencadeia um especial convite a vivenciar não só a estética das formas, na presença material dos corpos femininos, mas captar a atmosfera anímica, das obras que o seu criador, o escultor Brecheret, imprimiu na matéria”. 

Quando: Terça a domingo, 12h às 19h

Quanto: Grátis

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MARIA LUÍZA LEÃO - PINTURAS
Até 07 de dezembro de 2014 - Centro Cultural Correios 
A mostra reúne cerca de 40 pinturas em acrílico sobre tela, em dimensões variadas, de obras realizadas pela artista nos últimos oito anos. 

Na análise do poeta Alexei Bueno, a diversidade na organização das linhas e das cores da pintura da artista carioca Maria Luiza Leão passa por períodos notáveis. Nos anos 60, as cores fortes dominavam suas telas, com uma força próxima a dos Nabis; Na década seguinte, numa fase pontilhista, remete a um Seurat ou a um Signac; Entre 1980 e 1990, há uma decomposição da imagem em planos geométricos de índole cézanniana, servindo de base a uma belíssima série de naturezas-mortas e paisagens e um dominante intimismo. 

“Tal intimismo persevera nas obras atuais de Maria Luiza Leão, pois nelas parece afirmar-se definitivamente sua tendência de transfiguração da memória, da transformação em obra de arte sensível daquilo que de mais impalpável representa o próprio estofo do nosso ser. Com um uso de cor muito original, sui generis, perfeitamente não realista, às vezes quase hipnótico, a artista transfigura o vivido em objetos de uma beleza quase melancólica, aquela que é consciente da inarredável dissolução de todas as coisas”, enfatiza. 

Quando: Terça a domingo, 12h às 19h

Quanto: Grátis

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LIMIARES - A COLEÇÃO JOAQUIM PAIVA NO MAM
Até 18 de janeiro de 2015 - Museu de Arte Moderna 
Em 2005, sob a forma de comodato, o MAM passou a abrigar a Coleção Joaquim Paiva que conta atualmente com 1.963 trabalhos de fotógrafos brasileiros e estrangeiros, adquiridos a partir do início dos anos 80. 

Trata-se de um importante acervo que incorpora diferentes espectros artísticos, desde a fotografia clássica, o retrato, a reportagem, as práticas documentais contemporâneas ou os tangenciamentos da fotografia com as artes visuais. 

Embora tenha sido iniciada como uma coleção privada, o gesto do colecionador é invariavelmente público e coloca ao escrutínio coletivo o que foi acervo privado ou criação individual. É sobre diferentes representações do público e do privado no mundo da arte que fala “Limiares – a Coleção Joaquim Paiva no MAM-Rio”, propondo ser um recorte sobre as naturezas dos espaços representados na materialidade da imagem, em especial a imagem fotográfica. 

Mostra-se aqui uma parte da coleção que não esgota nem esgotará as suas múltiplas leituras. A esse recorte confrontaram-se outros trabalhos das coleções do MAM-Rio, não necessariamente fotografias, procurando contaminar aquilo que, por motivos de taxonomia, ainda permanece separado: o vídeo com a pintura, o precário com o que foi feito para durar, o documento com a arte. 

Dois trabalhos abrem a exposição: uma série de José Diniz, na qual o próprio Joaquim Paiva aparece mostrando as diane arbus e os geraldo de barros de sua coleção, e uma instalação de sacolas de instituições museológicas internacionais, Names (Museums), de Jac Leirner, que iguala, com humor e argúcia, o mundo da arte ao mundo dos negócios, centrando a sua atenção sobre aspetos formais. 

Uma vez definidos os pontos de partida da exposição – o colecionador e o museu –, o percurso se torna aberto e não linear ao redor das ideias de espaço físico e mental: Espaços virtuais: cantos 4, de Cildo Meireles; Heartbeat, de Saulo Laudares & Franz Manata; e uma fotografia de Miguel Rio Branco, realizada no pelourinho de Salvador da Bahia, dão o mote para pensar os lugares de passagem, limiares entre público e privado. 

Os espaços da casa (Cláudia Andujar, Georg Hornung, Ivan Lima, Nuno Ramos), da rua, da praia (Marcel Gautherot, Luiz Zerbini, Alair Gomes, Thomas Farkas) ou do abrigo (Júlio Calado, Elaine Ling) coexistem com os lugares de passagem, a informalidade do espaço público (Ana Regina Nogueira, Juan Pratginestós, Dafne Gentinetta, Daniela Dacorso) e o enfrentamento social (Alberto Ferreira Lima, Orlando Brito, Evandro Teixeira, Ivens Machado). 

O espaço do íntimo e as novas relações objeto-sujeito fotografados caracterizam boa parte da produção fotográfica contemporânea. Existem vestígios de subjetividade na materialidade da fotografia que se torna campo de partilha de angústias, fraturas pessoais e afirmação do eu (Cristina Bauru, Frank Rothe, Ana Maria Maiolino, Katharina Mouratidi, Vee Speers), com particular relevância para o diário e as narrativas/ficções pessoais (Frank Rothe, Artur Barrio, Joaquim Paiva, Luzia Simons, Marcelo Brodsky). 

Na videoinstalação Os Raimundos, os Severino e os Francisco, de Maurício Dias & Walter Reidweg, porteiros nordestinos na cidade de São Paulo simulam um regresso à casa depois de um dia de trabalho, entrando um a um, e agindo como se não estivessem vendo um ao outro, e quando todos estão instalados, olham diretamente para a câmera, deixando evidente a cumplicidade deles com o ato de filmar. 

A transitoriedade do lugar de quem vê e de quem é visto é patente no “distanciamento” das imagens de Bill Jorden e Anderson Wrangle, na “narrativa em abismo” de Javier Silva Mainel ou nos sujeitos que se tornam objetos de perseguição, em Regina de Paula. 

Quase por último, um funeral (Renata Falsoni) e um nascimento (Márcio Barros), documentando os momentos mais privados e ao mesmo tempo inexoráveis de todo o ser humano. 

Finalmente, a cauda do tatu desaparecendo por baixo de uma mesa (Miguel Rio Branco). Intrigante fotografia. Intrigante animal que se transforma em bola quando ameaçado pelo perigo. Metáfora para pensar as imagens hoje numa dupla condição: a sua abertura às mais imprevistas relações e, no sentido inverso, o fato de os signos terem se tornado tão densos a ponto de formar uma casca dura, através dos quais já não se vê nada.

Quando: Terça a sexta, 12h às 18h. Sábado, domingo e feriado, 11h às 18h

Quanto: R$ 14,00. Grátis para os Amigos do MAM, menores de 12 anos e, na quarta-feira, a partir das 15h. Aos domingos vigora o ingresso-família que custa R$ 14,00 para grupos de até 5 pessoas.
 
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POROROCA - A AMAZÔNIA NO MAR
Até 23 de novembro de 2014 - MUSEU DE ARTE DO RIO - MAR 
A contínua revisão historiográfica e geopolítica da arte é uma prioridade do MAR, nos campos da pesquisa, formação de acervo e programa de exposições. Além da apresentação pública do inigualável núcleo amazônico de nossa coleção, Pororoca – A Amazônia no MAR é um convite ao debate sobre as (in)visibilidades históricas, sociais, políticas e estéticas do outrora denominado inferno verde, nas palavras de Euclides da Cunha.

Pororoca, palavra tupi para designar estrondo, é o fenômeno de encontro entre águas de rios muito volumosos com águas de mar. De força peculiar, as pororocas sonoramente anunciam sua chegada e espacialmente deixam rastros por onde passam: seus vestígios tornam o acontecimento visível mesmo dias depois de sua ocorrência. Presente na foz do Rio Amazonas e em diversos de seus afluentes, o fenômeno marca a dinâmica da natureza e da cultura amazônicas e se revela como poderosa imagem para pensar essa região, razão pela qual este museu toma a pororoca como metáfora para a formação do núcleo significativo da Coleção MAR dedicado à produção amazônica. É no ruidoso ou silente caudal amazônico da linguagem, como descreveu o poeta Blaise Cendrars, que se dá o intenso encontro e o estrondo visual de Pororoca.

Quando: Terça a domingo, 10h às 18h

Quanto: R$ 8,00. Às terças-feiras, a entrada é gratuita
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RON ENGLISH
Até 21 de dezembro de 2014 - Caixa Cultural - Unidade Barroso 

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta a exposição inédita Ron English - Do estúdio para a rua com 110 obras do artista contemporâneo. Misturando referências do cenário pop, da história da arte, da propaganda, dos quadrinhos e da música, a mostra expõe pôsteres, quadros, murais e fotografias do americano, além do documentário. Em paralelo à mostra, será exibido o documentário POPaganda: The Art and Crimes of Ron English, dirigido pelo espanhol Pedro Carvajal. O filme exibe o processo criativo do artista e mostra como são instaladas suas obras em outdoors não autorizados. O documentário explora, também, a paixão de Ron English em fazer com que as pessoas pensem mais sobre a relação entre a sociedade e o consumo. Admirado por sua criatividade e obras provocativas, Ron English faz uso de figuras e marcas bastante conhecidas do público para analisar a cultura ocidental. "Ele usa técnicas da propaganda para questionar a orientação consumista da sociedade, apropriando-se de outdoors, reconfigurando e ressignificando a iconografia pop com surrealismo e humor ácido", conta Rafael Ferraz, curador da mostra. Ron é um dos três grandes nomes do Surrealismo Pop, ao lado de Robert Williams e Mark Ryden, e um dos mais importantes da arte contemporânea. É considerado um dos criadores da street art e das intervenções urbanas. Na opinião do artista, seu trabalho tem o objetivo de “recontextualizar” as imagens do consumismo pop e revelar sua visão do que é a alma americana. “Começo modelando cenários em 3D, que funcionam como um mundo interior povoado por imagens esculpidas, encontradas e fabricadas por mim. Ilumino e fotografo esses cenários e, usando as fotos como estudos, pinto à tinta óleo na tela. Tenho criado novos personagens que se originaram do meu processamento da iconografia pop, mas que se tornaram uma fusão do pessoal com o universal”, explica Ron English. O artista criou uma obra especialmente para a exposição brasileira. Trata-se da imagem de uma borboleta sul-americana, que expressa sua admiração pelos valores e belezas do ecossistema do continente e como ele afeta todo o planeta. O trabalho faz referência ao “efeito borboleta”, fenômeno sobre grandes consequências causadas por pequenas mudanças.

Quando: Terça a domingo, 10h às 21h

Quanto: Grátis

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OURO - UM FIO QUE COSTURA A ARTE DO BRASIL
Até 05 de janeiro de 2015 - CCBB 
"Ouro – Um fio que costura a arte do Brasil" explora a relação do metal precioso – um dos personagens principais da história do Brasil e eterno objeto de desejo no imaginário popular – com a criatividade brasileira. A exposição reúne trabalhos de 30 artistas de diferentes gerações e especialidades. São instalações, desenhos, objetos, esculturas, fotografias, pinturas e joias concebidas por importantes nomes das artes visuais, design, dança, música, arquitetura e paisagismo.

Entre as cerca de 50 obras selecionadas, grande parte é inédita ou raramente vista pelo público. Em conjunto, elas apontam para diferentes abordagens que cada um dos artistas dá para o mesmo material.

Nomes que hoje já são referências para a história recente da arte brasileira também fazem parte da mostra, como os estudos sobre mapas de Anna Bella Geiger; as pinturas recortadas de Antonio Dias; os objetos de Cildo Meireles que justapõe materiais menos prováveis, como ripas de madeira barata, fixadas com pregos de ouro; as esculturas de José Resende e Tunga; as pinturas à têmpera com pequenas aplicações de ouro sobre placas de madeira de Mira Schendel; e os desenhos de Nelson Felix e Nuno Ramos.

Também entre os artistas, os irmãos Fernando e Humberto Campana, conhecidos com seus móveis e objetos feitos com materiais banais, extraídos do cotidiano e traçados de maneira artesanal, apresentam na exposição peças, entre mobiliário e joias, que exploram a nobreza e a luz do dourado. O fascínio pelo ouro também se apresenta nas jóias H.Stern presentes na exposição inspiradas na obra do arquiteto Oscar Niemeyer, do paisagista Roberto Burle-Marx, do músico Carlinhos Brown e a companhia de balé Grupo Corpo.

Quando: Quarta a segunda, 9h às 21h

Quanto: Grátis

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FRIDA KAHLO - A DEUSA TEHUANA
Até 14 de dezembro de 2014 - Teatro Gláucio Gill 

Símbolo da luta feminista, intensa, autêntica, política, patriota, cheia de cores e apaixonada pela vida. Estas são algumas das características atribuídas à artista mexicana Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon, mais conhecida como Frida Kahlo, morta há 60 anos. Sua obra, porém, continua mais atual do que nunca, e seu rosto estampa diversos objetos, de camisetas a artigos de decoração. Por sua força e superação, ela se tornou um ícone, como pretende mostrar a dupla Luiz Antonio Rocha, diretor, e Rose Germano, atriz, no monólogo Frida Kahlo, a Deusa Tehuana.

Quando: Sábado a segunda, às 20h

Quanto: R$ 30,00

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MIQUEL BARCELÓ
Até 09 de novembro de 2014 - PINAKOTHEKE CULTURAL 
A galeria, apresenta a primeira individual do artista plástico catalão com 20 obras recentes, além de trabalhos emblemáticos, entre pinturas e esculturas, com a curadoria de Max Perlingeiro. 

A mostra também terá dois filmes: "Mar de Barceló", especialmente produzido durante a execução da cúpula das nações da ONU (na qual ele imprimiu o fundo do mar), e "Paso Doble", referência ao processo criativo das cerâmicas, que produz seu ateliê em Palma de Maiorca. Para compreender o processo do artista, montou-se também um “gabinete de curiosidades”, com elementos e objetos pessoais que nunca haviam saído de seu ateliê parisiense, portanto, inéditos para o público. 

Dentre as pinturas apresentadas na exposição estão pinturas de frutas e também os quadros brancos, feitos somente com esta cor, mas com texturas diferentes, que formam diversos desenhos. “Como se pode ver, cada nova camada apaga, mas também deixa uma transparência. Estes quadros são cada vez mais sintéticos, cada vez há menos coisas, e estão mais apagados. Há muitas camadas de pintura, tornando-se espesso no centro, tudo acontece por baixo, é quase invisível, conta o artista em entrevista ao crítico de arte, Adriano Pedrosa. 

As cerâmicas são outro destaque da trajetória do artista. Se a experiência com a pintura está presente desde o início de sua obra, o interesse pela cerâmica começou em Mali, em 1995. Desde então, o artista dedicou-se a aprender técnicas em Maiorca, França e Itália e a cerâmica tornou-se um dos suportes fundamentais de sua produção. “O artista trabalha com a imperfeição da matéria. É um trabalho solitário e bruto onde ele não admite colaboração. São obras autorais. Uma luta incessante entre o homem e a matéria. O artista explora ao máximo o imprevisível e depois recobre com desenhos ou fuligem do resíduo das chaminés, onde um novo processo se inicia”, diz Max Perlingeiro.

 

Quando: Segunda a sexta, 10h às 18h. Sábado, 10h às 16h

Quanto: Grátis

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CLÁUDIA TELLES E BOSSA TRIO
Clássicos da Bossa Nova
Até 02 de novembro de 2014 - VINICIUS BAR 

Claudia iniciou sua carreira fazendo coro para artistas famosos em suas gravações, entre elesThe Fevers, Roberto Carlos, José Augusto, Gilberto Gil, Jerry Adriani, Jorge Ben, Belchior,Simone, Rita Lee, Fafá de Belém, entre vários outros. Sua chance de "brilhar" veio, entretanto, quando uma amiga do Trio Esperança, Regina, precisou se afastar do grupo por causa da gravidez, Claudia a substituiu em gravações e shows, ganhando experiência de público. Daí para frente ela se dedicaria completamente à arte musical.

A discografia do Bossa Trio é formada por 2 CDs, "Nossa Cara" e "Saltos no Ar", onde estão gravadas 21 interpretações musicais, das quais 19 são de composição de componentes do Grupo. Em 2014, lançou o CD com a música "Piá, Pinhão", um samba enredo para homenagear a cidade de Curitiba em ano de Copa do Mundo!

Quando: Sexta a domingo, às 22h30

Quanto: R$ 40,00

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ANA COSTA
Samba
01 de novembro de 2014 - Carioca da Gema 
Ana Costa, a grata revelação do velho samba, vem para mostrar, com talento, charme e simpatia, músicas do seu 3º cd “Hoje é o melhor lugar” - recém lançado pela gravadora Biscoito Fino em pareceria com a Zambo Produções - como Peso e Medida (Alceu Maia e Zé Katimba), Filosofia de Vida (Martinho da Vila, Marcelinho Moreira e Fred camacho), As Coisas que Mamãe me Ensinou (Leci Brandão e Zé Mauricio),Por um dia de Graça (Luiz Carlos da Vila) e O que é o que é (Gonzaguinha), sucessos de discos anteriores como Semente do Samba (Eduardo Medrado e Kleber Rodrigues), Não Importa mais o dia (Ana Costa, Bianca Calcagni e Agrião), Batendo Perna (Ana Costa e Agrião), Coisas Simples (Cláudio Jorge e Elton Medeiros) e Quer Amar Mamãe (Martinho da Vila), além de sucessos de compositores consagrados como Cartola, Nelson Cavaquinho, Chico Buarque entre outros.

Quando: Sábado, às 23h30

Quanto: R$ 30,00
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THAIS FRAGA
Show Bossa
01 de novembro de 2014 - Centro Municipal de Referência da Música Carioca 

No espetáculo vários standards do jazz, bossa nova e do samba-jazz, em versões personalizadas, com a dinâmica da sonoridade e interpretação do quarteto, já conhecidas e avalizadas pelo grande público e crítica especializada.
Thaís Fraga (voz e tamborim), Ricardo Mac Cord (teclado), Jimmy Santa Cruz (baixo) e Rubinho (bateria).

Quando: Sábado, às 19h30

Quanto: : R$ 20,00

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MARCO AURÊH
Show: Marinheiro Só
02 de novembro de 2014 - Centro Municipal de Referência da Música Carioca 
O repertório reúne uma seleção de músicas autorais, além de diversas cantigas folclóricas. O mar é o tema básico dessa apresentação musical que tem poesia, lirismo e ação dramática. Marco canta, toca flauta, violão, gaita e bandolim e se apresenta ao lado dos músicos Dalus Gonçalves (violino e violão) e Dino Fernandes (percussão).

Quando: Domingo, às 16h

Ingresso: inteira R$ 20,00 / meia: R$ 10,00
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QUINTETO LORENZO FERNANDEZ
02 de novembro de 2014 - Centro Municipal de Referência da Música Carioca 
Quinteto Lorenzo Fernandez é fruto do encontro entre jovens talentosos atuantes do cenário da música de concerto da cidade do Rio de Janeiro. No repertório grandes mestres nacionais e internacionais.
Formação: Kayo Yoshimura (flauta), Thiago André (oboé), César Bonan (clarineta), Alessandro Jeremias (trompa) e Débora Nascimento (fagote).

Quando: Domingo, às 11h

Quanto: R$ 20,00
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ROGÊ
Show dançante
02 de novembro de 2014 - Carioca da Gema 

O cantor e compositor Rogê, faz um show dançante em que mescla vários ritmos. Apresenta seu novo cd Brenguelê. No show traz composições próprias, bem como sua parcerias com Seu Jorge, Marcelinho Moreira e Marlon Sette.Sobre Rogê: Ainda “moleque” começou a frequentar aulas de harmonia e percepção musical, aprendeu a tocar violão, e cada vez mais se sentia atraído por sons, ritmos e letras, principalmente as letras Nada o desviou do seu caminho – norteado pela música popular brasileira e aluno da Faculdade de Música da UNIRIO, se juntava aos amigos Duani e Seu Jorge para noites intermináveis de muita música e composições.

Quando: Domingo, às 20h30

Ingresso: R$ 23,00

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AGNALDO RAYOL - A ALMA DO BRASIL
06 de novembro a 21 de dezembro de 2014 - Centro Cultural Correios 
Com direção de Roberto Bomtempo e texto de Fátima Valença, o espetáculo contará momentos singulares da trajetória de Agnaldo Rayol: cantor e ator, de cinema e televisão, apresentador de TV, pintor e poeta. No elenco quatro atores/cantores e banda. Marcelo Nogueira, idealizador do projeto, vive o homenageado ao lado de Stela Maria Rodrigues, Fabrício Negri e Mona Vilardo.

O texto conta passagens da vida musical de Agnaldo numa espécie de show intimista, entremeado de registros sonoros e visuais de sua carreira. A estrutura cênica mescla cenas ao vivo com os grandes sucessos da carreira do artista, interpretados pelo ator e cantor Marcelo Nogueira, combinando fotos e vídeos da vida real da obra de Agnaldo Rayol, com personagens e trechos de filmes, telenovelas, fotos, shows, entrevistas e programas de rádio e TV, como os históricos Papel Carbono, Jovem Guarda, Corte Real Show e Hebe Camargo.

Agnaldo Rayol começou a cantar aos oito anos de idade na Rádio Nacional, mas seu primeiro disco foi gravado em estúdio de uma Agência dos Correios. Agnaldo, que já atuou como galã de novela ao lado de Fernanda Montenegro e Hebe Camargo, ganhou vários prêmios em sua carreira, entre eles "O Festival Internacional da Canção" e o "Prêmio Sharp de Melhor Cantor de Música Popular".

Com sua peculiar forma de cantar, a magistral interpretação de Ave Maria de Gounod emocionou noivas de várias gerações. No espetáculo será apresentado um roteiro de sucessos como: "Se todos fossem iguais a você", "A Praia", “Fascinação”, ”Serenata do Adeus”, "O princípio e o fim”, “Mia Gioconda”, “A voz do violão", “Estrada do sol” entre outras canções que remetem à época, à cultura brasileira e suas influências.

Quando: Quinta a domingo, às 19h

Quanto: R$ 20,00

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